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sábado, 1 de agosto de 2015
Parque “O Rei do Baião” divulga vencedores do Concurso LEMBRANÇA DO ÍDOLO
Com setenta e sete inscrições, o Concurso LEMBRANÇA DO ÍDOLO, em homenagem a Rosil Cavalcanti, que este ano, se vivo fosse, completaria 100 anos, organizado pelo Parque Cultural “O Rei do Baião”, da Comunidade São Francisco, município de São João do Rio do Peixe-PB, apresenta os três primeiros colocados desse prêmio já tão cobiçado no Brasil inteiro.
1º Lugar: José Romero Araújo Cardoso, de Mossoró-RN, com a crônica intitulada “A AÇÃO IMPLACÁVEL DAS SECAS EM AQUARELA NORDESTINA”.
2º Lugar: Maria Inez Santos, de São Miguel do Oeste-SC, com a crônica intitulada “INESQUECÍVEL CAVALCANTI”.
3º Lugar: Carlos Brunno Silva Barbosa, de Valença-RJ, com a crônica intitulada “CONVERSA (A)FIADA COM O JOVEM LOUCO DA PRAÇA ENQUANTO A CAMPINA FICA ‘MAIS GRANDE’ NO HORIZONTE DISTANTE”.
A Comissão Organizadora e demais membros que fazem o Parque Cultural “O Rei do Baião” agradece a todos que participaram desse tradicional concurso. Nos vemos no concurso do ano que vem.
Parque Cultural “O Rei do Baião” divulga vencedores do IV CONPOZAGÃO
Com sessenta e oito inscrições, o IV CONPOZAGÃO – Concurso de Poesias em Homenagem ao Gonzagão, este ano em homenagem a Dona Muniz Gonzaga, organizado pelo Parque Cultural “O Rei do Baião”, da Comunidade São Francisco, município de São João do Rio do Peixe-PB, apresenta os três primeiros colocados, os grandes vencedores desse prêmio já tão cobiçado no Brasil inteiro.
1º Lugar: José Roberto C. Pedrosa, de Taguaritinga do Norte-PE, com a poesia "DONA MUNIZ GONZAGA, UM EXEMPLO DE VIDA".
2º Lugar: Júnior José Vieira, de Recife-PE, com a poesia intitulada "A FILHA DO ARARIPE".
3º Lugar: Francisco Bandeira Lima Júnior, de Caucaia-CE, com a poesia intitulada "DONA MUNIZ EM CORDEL".
A Comissão Organizadora e demais membros que fazem o Parque Cultural “O Rei do Baião” agradece a todos que participaram desse tradicional concurso. Nos vemos no concurso do ano que vem.
sábado, 25 de julho de 2015
Parque Cultural “O Rei do Baião” fará divulgação dos vencedores do IV CONPOZAGÃO e Lembrança do Ídolo
A Coordenação Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião” anuncia para o próximo dia 31 de julho, sexta-feira, o anuncio dos vencedores do IV CONPOZAGÃO – Concurso de Poesias em Homenagem ao Gonzagão e Seus Seguidores.
Já o Concurso Lembrança do Ídolo – Homenagem a Rosil Cavalcanti, terá o seu resultado divulgado no dia 1º de agosto.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Parque Cultural lança o Concurso SUPERCAMPEÃO. Confira o regulamento.
PRÊMIO SUPERCAMPEÃO
REGULAMENTO
01 – A disputa de título de SUPERCAMPEÃO do VIII FESMUZA será entre os quatro primeiros colocados das duas categorias: JUVENIL e MUSICAL DE HUMBERTO TEIXEIRA.
02 – Cada participante poderá inscrever apenas uma música gonzagueana para as disputas do SUPERCAMPEÃO.
03 – A escolha da música é de livre escolha do artista.
04 – As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de julho de 2015, através dos telefones (83) 9615-7942 / (83) 9379- 1893 ou via e-mail: chicocardoso.caldeirao@gmail.com / chicocardosocz@yahoo.com.br
05 – O vencedor receberá o Troféu “Onaldo Rocha Queiroga”.
06 – Na disputa pelo Prêmio SUPERCAMPEÃO, o sanfoneiro não pode repetir a música apresentada na disputa do FESMUZA.
07 – A Comissão Julgadora será a mesma do FESMUZA.
São João do Rio do Peixe/PB, 24 de julho de 2015.
Francisco Alves Cardoso
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
REGULAMENTO
01 – A disputa de título de SUPERCAMPEÃO do VIII FESMUZA será entre os quatro primeiros colocados das duas categorias: JUVENIL e MUSICAL DE HUMBERTO TEIXEIRA.
02 – Cada participante poderá inscrever apenas uma música gonzagueana para as disputas do SUPERCAMPEÃO.
03 – A escolha da música é de livre escolha do artista.
04 – As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de julho de 2015, através dos telefones (83) 9615-7942 / (83) 9379- 1893 ou via e-mail: chicocardoso.caldeirao@gmail.com / chicocardosocz@yahoo.com.br
05 – O vencedor receberá o Troféu “Onaldo Rocha Queiroga”.
06 – Na disputa pelo Prêmio SUPERCAMPEÃO, o sanfoneiro não pode repetir a música apresentada na disputa do FESMUZA.
07 – A Comissão Julgadora será a mesma do FESMUZA.
São João do Rio do Peixe/PB, 24 de julho de 2015.
Francisco Alves Cardoso
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
Parque Cultural vai realizar o Concurso “O Dançarino do Rei”. Confira o regulamento.
PRÊMIO O DANÇARINO DO REI
REGULAMENTO
REGULAMENTO
01 – O Concurso “O Dançarino do Rei” é uma promoção do Parque Cultural “O Rei do Baião” para escolher o casal que melhor dançar o ritmo gonzagueano.
02 – O casal vencedor receberá o Troféu “Moá Medeiros”.
03 – Os disputantes dançarão as quatro músicas apresentadas no musical SUPERCAMPEÃO.
04 – As inscrições poderão ser feitas até o dia do festival (15 de agosto de 2015), através da Diretoria do Parque Cultural.
05 – A Comissão Julgadora será a mesma do FESMUZA.
São João do Rio do Peixe/PB, 24 de julho de 2015.
Francisco Alves Cardoso
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
terça-feira, 23 de junho de 2015
CADÊ MEU SÃO JOÃO
Escreveu: Francisco Alves Cardoso
Uma lenda antiga narrada pelos nossos antepassados fala da criação da fogueira, que com o passar dos tempos ficou sendo chamada fogueira de São João. Diz a lenda que Maria foi visitar Izabel, sua prima, que morava um pouco distante e num local serrano. Naquele tempo não tinha qualquer meio de comunicação para transmitir avisos. Izabel estava grávida e quando a criança nascesse teria que avisar à prima. Criou um meio de comunicação e disse a Maria: “quando o menino nascer mando acender uma fogueira, e quando ver o clarão, já sabe, o menino veio ao mundo”. E assim foi feito, quando Izabel deu à luz avisou a Maria, através do clarão da fogueira. Com essa narrativa ficou criada a fogueira. O nome escolhido para o menino foi João, que mais tarde foi canonizado pela Igreja Católica e hoje é reverenciado no mundo inteiro.
Luiz Gonzaga, no seu cancioneiro inesquecível cantou e exaltou a fogueira e as festas de São João. Em tempos não longínquos, os festejos juninos eram reais, faziam a história com respeito às tradições. No ano de 1954, Gonzaga juntamente com Zé Dantas lançou “Noites Brasileiras”, a letra que narra integralmente às noites de São João no Nordeste e nos sertões: “Ai que saudades eu sinto, das noites de São João, das noites tão brasileiras, nas fogueiras, sob o luar do sertão. Meninos brincando de roda, velhos soltando balão, moços em volta a fogueira, brincando com o coração. Eita São João dos meus sonhos, eita saudoso sertão, ai ai”.
Além de enaltecer as festas de um dos santos mais populares da Igreja Católica, Gonzaga declarou as saudades que estava sentindo do seu sertão nordestino, lá do sul do país. E parece até que já previa o fim de uma tradição tão antiga, tão bonita e hoje abandonada pelos novos costumes.
Trocaram tudo, mataram as grandiosas festas juninas, esqueceram o musical do Rei do Baião. Hoje tudo é diferente, as festas de São João são animadas pelo axé da Bahia, os mesmos ritmos do carnaval, outra festa que foi totalmente absorvida pelos costumes baianos. As fogueiras foram proibidas, os festejos são censurados, as músicas legítimas foram expulsas do calendário junino e o tradicionalismo foi sepultado por outros ritmos que nada têm de perecidos com a outrora mais tradicional festa do nordestino.
Luiz Gonzaga criou uma escola de organização e manifestação legítima das festas sãojoaninas. Em 1950, também com Zé Dantas, ele lançou “A dança da moda”, anunciando que “no meio da rua inda é baião, inda é fogueira, é fogo de vista, mas dentro da pista o povo só dança e só pede o baião”.
E através do famoso cancioneiro deita e rola a sua sabedoria na defesa dos costumes e tradições nordestinas. Com Rosil Cavalcanti, em 1974 lança “A festa do milho”, e diz que “...já todo embonecado prontinho para São João”. E fala de Santo Antônio e de São Pedro. Lança mais uma série de músicas bem nordestinas exaltando o modelo do São João verdadeiro, que foi esquecido e trocado por um musical exibido em todas as festas do ano, sem compromisso com a manutenção do tradicionalismo.
Com o seu vozeirão cantou: “A noite é de São João, Dia de São João, É noite de São João, Festa de Santo Antonio, Fogo sem fuzil, Fogueira de São João, Lenda de São João, Madruceu o milho, Olha pro Céu, Pedido a São João, São João antigo, São João Chegou, São João do Carneirinho, São João na Roça, São João nas Capitá, São João do Arraiá, São João sem futrica”.
O Rei do Baião lançou oficialmente o modelo das festas juninas, na sua música “São João antigo”, em 1957, com o extraordinário Zé Dantas. Disse que “Era festa de alegria, tinha tanta poesia, tinha mais animação, mais amor, mais devoção”. E continuou a defesa pelo nosso tradicionalismo “nas ribeiras do sertão, onde dizem que a fogueira inda aquece o coração”.
Não posso deixar de protestar contra os que estão acabando as tradições das festas juninas. O nosso ritmo não pode acabar. Ele é cultura viva, e a cultura nunca poderá perder os seus caminhos originais.
Que criem outros festejos, com a cultura do momento, mas a original, dos tempos dos nossos antepassados deve ser mantida.
A juventude tem todo o direito de criar a sua nova dança, e também os costumes do tempo atual, mas não pode, em qualquer hipótese, excluir as belezas que originaram essa cultura bela tão bem defendida por Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marines, Zé Dantas, Trio Nordestino, Humberto Teixeira, José Marcolino, Guio de Morais, Patativa do Assaré e outros.
Uma lenda antiga narrada pelos nossos antepassados fala da criação da fogueira, que com o passar dos tempos ficou sendo chamada fogueira de São João. Diz a lenda que Maria foi visitar Izabel, sua prima, que morava um pouco distante e num local serrano. Naquele tempo não tinha qualquer meio de comunicação para transmitir avisos. Izabel estava grávida e quando a criança nascesse teria que avisar à prima. Criou um meio de comunicação e disse a Maria: “quando o menino nascer mando acender uma fogueira, e quando ver o clarão, já sabe, o menino veio ao mundo”. E assim foi feito, quando Izabel deu à luz avisou a Maria, através do clarão da fogueira. Com essa narrativa ficou criada a fogueira. O nome escolhido para o menino foi João, que mais tarde foi canonizado pela Igreja Católica e hoje é reverenciado no mundo inteiro.
Luiz Gonzaga, no seu cancioneiro inesquecível cantou e exaltou a fogueira e as festas de São João. Em tempos não longínquos, os festejos juninos eram reais, faziam a história com respeito às tradições. No ano de 1954, Gonzaga juntamente com Zé Dantas lançou “Noites Brasileiras”, a letra que narra integralmente às noites de São João no Nordeste e nos sertões: “Ai que saudades eu sinto, das noites de São João, das noites tão brasileiras, nas fogueiras, sob o luar do sertão. Meninos brincando de roda, velhos soltando balão, moços em volta a fogueira, brincando com o coração. Eita São João dos meus sonhos, eita saudoso sertão, ai ai”.
Além de enaltecer as festas de um dos santos mais populares da Igreja Católica, Gonzaga declarou as saudades que estava sentindo do seu sertão nordestino, lá do sul do país. E parece até que já previa o fim de uma tradição tão antiga, tão bonita e hoje abandonada pelos novos costumes.
Trocaram tudo, mataram as grandiosas festas juninas, esqueceram o musical do Rei do Baião. Hoje tudo é diferente, as festas de São João são animadas pelo axé da Bahia, os mesmos ritmos do carnaval, outra festa que foi totalmente absorvida pelos costumes baianos. As fogueiras foram proibidas, os festejos são censurados, as músicas legítimas foram expulsas do calendário junino e o tradicionalismo foi sepultado por outros ritmos que nada têm de perecidos com a outrora mais tradicional festa do nordestino.
Luiz Gonzaga criou uma escola de organização e manifestação legítima das festas sãojoaninas. Em 1950, também com Zé Dantas, ele lançou “A dança da moda”, anunciando que “no meio da rua inda é baião, inda é fogueira, é fogo de vista, mas dentro da pista o povo só dança e só pede o baião”.
E através do famoso cancioneiro deita e rola a sua sabedoria na defesa dos costumes e tradições nordestinas. Com Rosil Cavalcanti, em 1974 lança “A festa do milho”, e diz que “...já todo embonecado prontinho para São João”. E fala de Santo Antônio e de São Pedro. Lança mais uma série de músicas bem nordestinas exaltando o modelo do São João verdadeiro, que foi esquecido e trocado por um musical exibido em todas as festas do ano, sem compromisso com a manutenção do tradicionalismo.
Com o seu vozeirão cantou: “A noite é de São João, Dia de São João, É noite de São João, Festa de Santo Antonio, Fogo sem fuzil, Fogueira de São João, Lenda de São João, Madruceu o milho, Olha pro Céu, Pedido a São João, São João antigo, São João Chegou, São João do Carneirinho, São João na Roça, São João nas Capitá, São João do Arraiá, São João sem futrica”.
O Rei do Baião lançou oficialmente o modelo das festas juninas, na sua música “São João antigo”, em 1957, com o extraordinário Zé Dantas. Disse que “Era festa de alegria, tinha tanta poesia, tinha mais animação, mais amor, mais devoção”. E continuou a defesa pelo nosso tradicionalismo “nas ribeiras do sertão, onde dizem que a fogueira inda aquece o coração”.
Não posso deixar de protestar contra os que estão acabando as tradições das festas juninas. O nosso ritmo não pode acabar. Ele é cultura viva, e a cultura nunca poderá perder os seus caminhos originais.
Que criem outros festejos, com a cultura do momento, mas a original, dos tempos dos nossos antepassados deve ser mantida.
A juventude tem todo o direito de criar a sua nova dança, e também os costumes do tempo atual, mas não pode, em qualquer hipótese, excluir as belezas que originaram essa cultura bela tão bem defendida por Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marines, Zé Dantas, Trio Nordestino, Humberto Teixeira, José Marcolino, Guio de Morais, Patativa do Assaré e outros.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
A Carta - Comenda "O Vencedor de Todas as Lutas". PARTICIPE!
REGULAMENTO
01 – A CARTA é o momento das sábias vozes destinadas a abertura das festividades em homenagem a Luiz Gonzaga, produzidas pelo Parque Cultural “O Rei do Baião”, neste ano de 2015.
02 – Trata-se de uma conversa sentimental dos amantes da causa gonzagueana, com o Rei de todos nós – o Gonzagão.
03 – É o elo de ligação do ato inaugural do dia 14, com o grito do povo nordestino no tradicional FESMUZA, no dia 15 de agosto do corrente ano.
04 – Terá como tema central: “Eu amo o meu Rei”.
05 – Os autores da Carta poderão “falar” com Luiz Gonzaga sobre diversificados temas: Sonhando, Propondo, Saudando, Denunciando, Recomendando e Sanfonzagando.
06 – O maior histórico desse momento é que as Cartas serão transformadas em livro, cujo lançamento está previsto para o início de 2016.
07 – Todos os participantes receberão a Comenda “O Vencedor de Todas as Lutas”, homenageando José Nelo Zerinho Rodrigues, Presidente de Honra do Parque Cultural “O Rei do Baião” e seguidor da história de Luiz Gonzaga.
08 – O prazo para as inscrições é de 23 de maio a 30 de junho de 2015.
09 – Prefácio, posfácio, apresentação e contracapa do livro serão redigidos pelos próprios autores das Cartas.
10 – As inscrições podem ser realizadas na Comunidade São Francisco, zona rural de São João do Rio do Peixe (PB), ou ainda no endereço: Rua Dr. José Guimarães Braga, 70, Vila do Bispo, Cajazeiras (PB), CEP – 58.900-000, pelos telefones: (83) 9615-7942 / (83) 9379-1893, Pelos e-mails: chicocardoso.caldeirao@gmail.com ou chicocardosocz@yahoo.com.br
11 – Maiores informações no site: www.caldeiraodochico.com.br, no programa “Caldeirão Político”, na Rádio Oeste da Paraíba e no blog http://gonzagaodobrasil.blogspot.com.br/.
12 – O participante deve enviar uma Carta, em formato Word, fonte Times New Roman, tamanho 12, com uma lauda apenas, uma fotografia recente para o livro e um breve currículo.
Parque Cultural “O Rei do Baião”
São João do Rio do Peixe-PB, 22 de maio de 2015
São João do Rio do Peixe-PB, 22 de maio de 2015
Francisco Alves Cardoso
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
Coordenador Geral do Parque Cultural “O Rei do Baião”
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